16.6.12

Cabeça de Nóis Tudo

Eis a Cabeça de Nóis Tudo
Algoz de seu próprio pescoço
Bálsamo do próprio gozo
Avesso dos vasos sanguíneos


Eis a Marcha à ré do Mundo 
Um labirinto profundo 
Onde os caminhos são negros 
E que tudo se desfaz


Da luz que cintila 
Do riso de agonia
Da necessidade crônica de paz

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